o do costume
às vezes, dou por mim a comparar a minha vida a um filme em que para cada situação há duas hipóteses.
na minha pequena vida, as coisas simples tornam-se quase sempre complicadas. ou sou eu que as complico com o meu medo de magoar alguém ou não fazer o mais correcto ou o outro lado também não o sabe ser.
há momentos em que as coisas são simples como quando estou com a Beatriz ou a Constança e do sorriso simples se enche o mundo , ou da sinceridade devastadora da Beatriz se aprende a ser mais.
não tenho conseguido ser simples, acho eu.
acho que só o consigo quando corro...
sabem quando sei que não tenho sido simples? quando não estou bem com todos, quando me sinto angustiada, quando tenho a CERTEZA que as coisas poderiam ter sido diferentes...
as coisas poderiam ter sido diferentes se em vez de mensagem (porquê mensagem?) te tivesses sentado ao pé de mim e tivéssemos conversado.
as coisas poderiam ter sido diferentes se em vez de ter respondido com mensagem (porquê mensagem?) te tivesse ligado a responder.
mas não foi isso que aconteceu e eu só descobri um final: o do costume.
no meio de tudo, salva-se a corrida à hora do chá, a qual conheço o único desfecho: meia hora de suor, pensamento vazio de tudo tenho de estar concentrada para não trocar o andamento e coordenar a respiração...se não, caio!!!), recarregar baterias e um belo de um banho.
na minha pequena vida, as coisas simples tornam-se quase sempre complicadas. ou sou eu que as complico com o meu medo de magoar alguém ou não fazer o mais correcto ou o outro lado também não o sabe ser.
há momentos em que as coisas são simples como quando estou com a Beatriz ou a Constança e do sorriso simples se enche o mundo , ou da sinceridade devastadora da Beatriz se aprende a ser mais.
não tenho conseguido ser simples, acho eu.
acho que só o consigo quando corro...
sabem quando sei que não tenho sido simples? quando não estou bem com todos, quando me sinto angustiada, quando tenho a CERTEZA que as coisas poderiam ter sido diferentes...
as coisas poderiam ter sido diferentes se em vez de mensagem (porquê mensagem?) te tivesses sentado ao pé de mim e tivéssemos conversado.
as coisas poderiam ter sido diferentes se em vez de ter respondido com mensagem (porquê mensagem?) te tivesse ligado a responder.
mas não foi isso que aconteceu e eu só descobri um final: o do costume.
no meio de tudo, salva-se a corrida à hora do chá, a qual conheço o único desfecho: meia hora de suor, pensamento vazio de tudo tenho de estar concentrada para não trocar o andamento e coordenar a respiração...se não, caio!!!), recarregar baterias e um belo de um banho.
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