Não sei o que custa mais…. Acreditar nas pessoas e sofrermos uma desilusão, se dar uma segunda hipótese e pensar o melhor e voltar a descobrir que afinal sempre estivemos certos…
Fui dizer um “até um dia destes” à cidade e foi muito bom voltar a estar contigo. Sabes isso… Foi pena ter de vir a 50 e mais de metade do caminho com o sinal dos travões… outra vez… amarelinho; a lembrar-me da eminência do risco.
A eminência, raramente a concretização . assim sinto a minha vidita. Sempre perto, sempre quase lá, mas ultimamente, sem definições. E eu preciso delas para o descanso da guerreira, sobretudo para o descanso da alma. Fala-se cada vez mais em closure e eu ando a precisar do mesmo com alguns assuntos.
Mas nada depende só de mim.
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